Geotecnia Bacia do Alto Iguaçu

Este mapeamento visa fornecer informações sobre o meio físico, para que possa auxiliar no planejamento do espaço territorial, permitindo identificar as áreas mais favoráveis à ocupação e os riscos geológicos associados aos tipos de terreno. A geotecnia se deu através dos cruzamentos da geologia, solos e declividade na escala 1:20.000. Com o resultado do cruzamento, a bacia do Alto Iguaçu foi subdividida em unidades de terreno, que apresentam características geotécnicas bastante uniformes, permitindo auxilio no planejamento das formas de ocupação do solo, uma vez que reúnem um grupo de atributos de grande importância na caracterização do meio físico.

Classes de unidades de terreno:
- A - planícies de terrenos aluvionares, solos hidromórficos.
- T - terraços aluvionares, solos hidromórficos.
- GD – Formação Guabirotuba, solos residuais e transportados (colúvio).
- DB – Diques de diabásio, solos residuais e transportados sobre rochas básicas.
- FF – Formação Furnas, solos residuais.
- SC – Formação Camarinha, solos residuais e transportados.
- DT – Formação Capiru, rochas metacarbonáticas, solos residuais e transportados.
- MP – Formação Capiru, metapelitos, solos residuais e transportados.
- QZ – Formação Capiru, Complexos Granito-Gnáissico e Gnáissico-Migmatítico,
- solos residuais sobre rochas quartzíticas.
- CR – Complexo Gnáissico-Migmatítico, solos residuais e transportados.
- GMA - Complexo Granito-Gnáissico, solos residuais e transportados.


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